O esquema de comercialização clandestina de camarotes no Morumbi, envolvendo a parceria do clube com a Live Nation, gerou um grande escândalo na mídia esportiva e policial. Segundo uma matéria divulgada pelo portal Ge, o diretor-adjunto da base do São Paulo, Douglas Schwartzman, admitiu que ele e outras pessoas ganharam dinheiro com a venda de ingressos de shows, incluindo um concerto da Shakira em fevereiro. Schwartzman afirmou que a diretora do clube social, Mara Casares, que é ex-esposa do presidente do clube, recebeu do superintendente Marcio Carlomagno o camarote e comercializou os ingressos. A matéria apresenta evidências de que o procedimento da venda desses camarotes não foi realizado de forma regular, mas sim como um “favor” pessoal.

    O caso é grave e merece uma apuração cuidadosa. A investigação envolve a comercialização clandestina de ingressos de show, o que pode ter envolvido a parceria do clube com a Live Nation. Além disso, o fato de a diretora do clube social ser envolvida e ter recebido o camarote como um “favor” pessoal do superintendente sugerem que houve uma falta de fiscalização e controle no clube. Os áudios divulgados pelo portal Ge mostram que Schwartzman pressionou a intermediária no esquema, Rita de Cassia Adriana Prado, sobre a ação na Justiça e mencionou o nome de Mara Casares e Marcio Carlomagno.

    O caso é um exemplo de como a corrupção pode afetar as empresas esportivas e afastar os profissionais de suas funções. Em um cenário como esse, é possível que outros casos sejam descobertos e que haja uma falta de confiança entre os torcedores e a equipe do clube. Além disso, a Live Nation é uma empresa parceira do clube e pode ser afetada se houver uma investigação mais aprofundada do caso. Os próximos passos incluem a continuidade da investigação e a possibilidade de cancelar o contrato com a Live Nation e os shows programados, incluído o concerto do AC/DC, programado para fevereiro e março.

    O comunicado oficial do São Paulo afirma que o clube tomou medidas para apurar o caso e garantir que tudo seja realizado de forma transparente e legal. No entanto, a falta de detalhes e transparência sobre as ações que o clube terá para resolver o caso é um grande questionamento. Além disso, a implicação de funcionários importantes do clube, como Douglas Schwartzman e Mara Casares, pode ter consequências importantes para a equipe e para a equipe técnica. O caso é um exemplo da necessidade de fiscalização e controle em todas as áreas, incluindo as empresas esportivas, para evitar casos de corrupção e garantir a integridade do esporte.

    Camilo Dantas é redator profissional formado pela USP, com mais de 15 anos em jornalismo digital e 25 anos de experiência em SEO e estratégia de conteúdo. Especialista em arquitetura semântica, otimização para buscadores e preparação de conteúdo para LLMs e IAs, atua como uma das principais referências brasileiras em SEO avançado. Também é formado em Análise de Sistemas com foco em Inteligência Artificial, unindo expertise técnica e editorial para produzir conteúdos de alta precisão, relevância e performance. Contato: [email protected]

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