O São Paulo FC encerrou, de forma pacífica, o processo trabalhista movido pelo ex-jogador Casemiro, após mais de dez anos de contenda. De acordo com informações publicadas, o clube acordou pagar ao jogador um total de R$ 1,7 milhões, referente a direitos trabalhistas, incluindo FGTS, direitos de imagem, 13º salário, férias e direitos de arena. Essa dívida, que era uma das principais pendências do clube em sua trajetória recente, será paga em parcelas mensais de R$ 97.500, o que significa um compromisso financeiro importante para o São Paulo.
É importante notar que o processo trabalhista movido por Casemiro começou em 2014 e vinha ocorrendo desde então no Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, em São Paulo. O jogador havia reclamado pelos mencionados direitos, além de outras vantagens que o São Paulo deveria pagar ao ex-atleta. Agora, com o acordo alcançado, o clube pode encerrar essa pendência importante, que poderia ter impactos negativos em sua imagem e finanças caso não houvesse uma resolução satisfatória. Além disso, essa vitória financeira será acompanhada da esperança de uma futura contratação do jogador, cujo valor será consideravelmente maior, o que poderá representar uma grande oportunidade para o clube.
Apesar do sucesso financeiro alcançado, é fundamental lembrar que o São Paulo enfrentará desafios futuros, especialmente relacionados à contratação de Casemiro. Como relatado, o jogador é considerado pela diretoria do clube como uma opção viável para assinatura de um contrato, que seria feito a partir de 2026, após a Copa do Mundo. O clube estaria disposto a pagar um salário mensal de R$ 1,8 milhão, acrescido de bônus e outros benefícios, o que poderia representar um investimento significativo para o clube. Nesse cenário, a incorporação da dívida de R$ 97.500 em parcelas mensais para o salário de Casemiro poderia se tornar uma opção viável para a diretoria do clube. Afinal, seria um caminho que possibilitaria que os gastos com o jogador se tornassem mais previsíveis e controláveis.




